O que resta

vitral do edifício Ramos de Azevedo, sede do Arquivo Municipal de São Paulo, no bairro da Luz, por R.I.

Ainda bem que temos a literatura agora que anoitece mais cedo e mais rápido. De algum dos livros se estende o braço que o acalentará por semelhança ou compaixão horas a fio no frio dos descompassos. Agora que as imagens se desgastaram no excesso, exceto por aquelas inexatas, incertas desenhando despojos. Assim o lemos, entre sabidos e espantos.

Resta ainda a literatura. Quando partiu o que havia parado e na estação ficou.

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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