Para fora de onde se vai

reflexo da instalação ‘Água’ no teto do Salão dos Passos Perdidos do Tribunal de Justiça de São Paulo, no centro da cidade, por R.I.

reflexo da instalação ‘Água’ no teto do Salão dos Passos Perdidos do Tribunal de Justiça de São Paulo, no centro da cidade, por R.I.

Apesar do nome com ressonância literária nenhum passo é de fato perdido. Cada um deles vai para algum destino mais ou menos conhecido a sudoeste de quem espera, caminhando em círculos ou traçando riscos oblíquos. Que se imprimem nos sedimentos da praça, na paciência a envelhecer, no destempero.

Mas se perdem, sim, nos dias parecidos, a norte de quem observa, em cada papel assinado, palavras em tinta. E estão soltos nessa obra nessa Virada Cultural, mais leves porque sem pressa. Mais livres porque só agora.

Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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