O que ainda existe

still de ‘As canções que você dançou pra mim’, da Cia. Focus de Dança (RJ), com coreografia de Alex Neural, na Praça das Artes, centro de São Paulo, na Virada Cultural, por R.I.

still de ‘As canções que você dançou pra mim’, da Cia. Focus de Dança (RJ), com coreografia de Alex Neural, na Praça das Artes, centro de São Paulo, na Virada Cultural, por R.I.

Quase todas as cadeiras tomadas muito antes do espetáculo começar, a escuridão plana no zunzum sem perceber, gente chegando. A Praça das Artes estreia na cidade com vinte e quatro horas de dança em uma confluência meio perdida do centro, entre edifícios de um brutalismo renovado, com janelas.

Tantos fãs devem estar aqui pelas canções. Outros querem ver o que quer que seja neste dia de festa. Alguns sonham estar lá, aqueles parecem a meio caminho. Não há atraso, a colagem sonora se alonga, os movimentos surpreendem. Oito pares, cadeiras e um sentimento do mundo. O que ficou continua.

E continua na passagem de volta, depois de aplausos e urros, sorrisos e assobios. Em gestos que cantam pelo corpo, passos que passeiam pelo canto.

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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