Porto Alegre, paralelo 30

detalhe da Praça da Alfândega, com o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), ao centro e o cais do porto ao fundo, no centro histórico de Porto Alegre, por R.I.

detalhe da Praça da Alfândega, com o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), ao centro e o cais do porto ao fundo, no centro histórico de Porto Alegre, por R.I.

[ao som de ‘Estrela, estrela’, de Vitor Ramil]

 Quem anda com plena atenção por suas ruas e praças logo começa a fazer descobertas. E esta não é uma cidade óbvia ao olhar ou ao espírito. Pelo contrário, é uma cidade para pessoas que gostam de desvendar, trilhar seus próprios caminhos, encontrar. Sentir os cantos da poesia de Mário Quintana se realizarem no piso oscilante da rua dos Andradas, na luminosa vida da praça da Alfândega. Essa alma forte, na personalidade e na música de sua fala. Ao mesmo tempo interna, longe.

 É andar sozinho porque impreciso. Porque perdido. Sem saber, reconstruindo uma forma de a compreender.

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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