Porto Alegre, paralelo 30 (2)

quarto do poeta, na Casa de Cultura Mário Quintana, centro histórico de Porto Alegre, por R.I.

quarto do poeta, na Casa de Cultura Mário Quintana, centro histórico de Porto Alegre, por R.I.

‘Nítido, no espelho,

Meu quarto projeta-se

Em parte nenhuma…

Um dia estarei,

Tão nítido assim, em parte nenhuma?’

— Mário Quintana, in ‘Apontamentos de história sobrenatural’

 

Descendo a rua dos Andradas há uma banca de frutas e outra, de flores, um pouco antes de se chegar à Casa de Cultura Mário Quintana. São pontos de cor no caminho, um convite ao olhar. Assim como o quarto reconstruído, mas separado por um vidro. No reflexo o visitante participa do cenário: está um pouco dentro do ambiente, virtual como num passado.

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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