Sem ti

vista de fim de tarde a partir do terraço do Café Santo de Casa, no último andar da Casa de Cultura Mário Quintana, no centro de Porto Alegre, com o rio Guaíba ao fundo, por Ricardo Imaeda

vista de fim de tarde a partir do terraço do Café Santo de Casa, no último andar da Casa de Cultura Mário Quintana, no centro de Porto Alegre, com o rio Guaíba ao fundo, por Ricardo Imaeda

‘A vida é uma vez, para sempre’

– Henri Cartier-Bresson

 

Eu te vejo algumas vezes quando as tarefas não atropelam os dias. Em um silêncio que não dá pistas. Se vou seguir sozinho ou andando comigo. Eu te vejo durar o tempo de uma bolha de sabão no marasmo dos meses de uma dúvida. Mais minha que tua, mais vontade, mais cria. Teu meio corpo na varanda, menos boas vindas que partida.

 Ficas lá como retrato que não envelhece. O enigma, não a face. Mas não te encontro mais agora que para ti tanto faz.

Ver sem achar, assim é minha espera.

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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