Arquivo do mês: julho 2016

O luar que podemos ouvir

É madrugada. As bombas deram uma trégua à cidade quase toda ruínas. A menina lê com os dedos e fala pelo transmissor de rádio o capítulo final do livro de Jules Verne. Quando encerra o texto coloca o disco, faz … Continuar lendo

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A voz com sentido

Tantas vezes escrevi sobre essa atmosfera de estranhamento em que me movo – um misto de cinema e sonho desperto. Que parece ficção sem personagens reconhecíveis, muito distantes e quase sem rosto. Lá fora eles continuam sincronizados nas suas atividades, … Continuar lendo

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