De ontem

O brilho das estrelas vem do passado, nos diz a física. A linguagem, a cultura também. Mas e o esquecimento? Essa parece ser uma construção contínua, arrastada ao longo do tempo que começa lá atrás e persiste no presente como uma máquina de destruição. Como um apagar de luz. E na sombra cada vez mais densa alguma surpresa ainda pode se insinuar quando o desejo move os riscos do destino.

 

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Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.
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