Arquivo do autor:Ricardo Imaeda

Sobre Ricardo Imaeda

Um amigo. Em passagem por terras estranhas, imigrante nativo. Tem aprendido com todas as formas de vida. Gosta de cidades e montanhas, árvores e culturas. Anda por um caminho temperado pelo zen, na incerteza de cada dia. Escreve para compreender, para encontrar.

Fellini, 100

Mais do que qualquer outra coisa a visita a Cinecittà me atraiu por causa da sua relação com Fellini. Sabia que ele havia filmado boa parte de suas produções nesses estúdios e que ele tinha um carinho especial pelo lugar, … Continuar lendo

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Tangentes

É tarde de uma segunda-feira de garoa quando passo perto do Beco do Batman, na Vila Madalena, em São Paulo. Vejo muitos turistas como em poucos lugares da cidade. Turistas de tantas origens diferentes, tantos estrangeiros. Parece que estou mesmo … Continuar lendo

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Em uma nave ainda mais distante

‘Star Wars’ foi um dos primeiros filmes que vi sozinho, adolescente, quando nem havia a ideia de que ele se prolongaria por nove episódios. Agora, quarenta e dois anos depois, vejo o último filme da saga. Entre esses dois pontos … Continuar lendo

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No caminho, com Oliver Sacks

O que sobrevive na memória meses após a leitura de um livro? Talvez alguns episódios com que houve identificação, uma ou outra frase que se quer reutilizar, a ideia geral que pontua toda a história. Para mim, ‘Sempre em movimento’, … Continuar lendo

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Para quando se perder em Roma

  Uma das caminhadas mais fascinantes da literatura contemporânea acontece na terceira parte de ‘Me chame pelo seu nome’, de André Aciman. O filme, dirigido por Luca Guadagnino, e que deu projeção ao livro, se concentra nas  duas primeiras partes. … Continuar lendo

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Ainda é tarde

Conhecer um livro no tempo certo faz toda a diferença. Assim, ler ‘Promessa ao amanhecer’, de Romain Gary, na maturidade permite perceber com maior clareza as modulações de humor, os deslizes e a sutileza de detalhes que o autor desata … Continuar lendo

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Não finito

Com Michelangelo aprendo que não existe um fim. Um ponto final a qualquer obra, um basta, um momento de chegada. Não apenas porque a vontade está sempre em movimento, puxando o traço em outras direções, mas mais ainda porque a … Continuar lendo

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